Gestor comenta experiência no Vale do Silício

Foram cinco dias, sem pausa, aprendendo com experts e empresas internacionais a romper as fronteiras da inovação


“A cultura do Vale do Silício (Califórnia/EUA) considera a inovação uma constante, de fluxo contínuo; as pessoas que estão ali no Vale pensam a inovação e a tecnologia como matrizes. O conceito é de que nada está pronto ainda, ao contrário, tudo está sempre em construção. Lá, a inovação não é paradigma para ninguém!”.

Esta afirmação traduz o sentimento do gestor do Grupo ConstruSete, Marcos Biondi, ao retornar do Vale do Silício, onde participou do Learning StartSe, de 18 a 22 de abril/2022. Ele explica que aqui no Brasil a concepção é de que é necessário desenvolver processos para as pessoas seguirem, dentro de uma cadeia estruturada e hierárquica, para atingir os objetivos. Lá, não. A estrutura é horizontal, não existe uma cadeia hierárquica muito forte. Tem nas capacidades das pessoas a possibilidade de atingimento do máximo resultado, explorando isso pelo engajamento e pelo envolvimento. “As pessoas precisam entender que existem dentro das outras pessoas outros fatores motivadores que fazem com que essas pessoas cheguem ao seu máximo em termos de capacidade produtiva”.

Biondi não estava sozinho. Junto com ele também participaram o presidente do ConstruSete, Márcio Mainente Martins (Desfran); os irmãos Fernando e Gustavo Macedo (Ourimadeiras); Marco Vasconcelos (Bazar da Construção); Pedro Gomes (Casa do Construtor) e André Furlan (Cabana da Construção). Ampliando o foco, na mesma programação da StartSe participaram 55 brasileiros, de diversas regiões do Brasil e de vários segmentos. Do ramo de materiais para Construção, apenas os integrantes do C7 – a maioria era da área de Serviços. “Um grupo composto por profissionais muito focados, em busca de atualização, de entender o impacto da tecnologia na sua atividade, como isso se constrói na rotina, como as coisas irão acontecer no tempo, mas num prazo muito curto. Reprogramamos nossas mentes”, diz o gestor.

O que ficou muito claro para Biondi é a necessidade de que todos ganhem massa crítica estruturada, o mais rápido possível, para direcionar seus negócios para um futuro, efetivamente. Todos voltaram com a certeza de que mais integrantes do C7 deveriam participar desse tipo de evento, porque facilita a evolução do grupo, uma vez que amplia a visão.

“Não temos uma visão clara de como as mudanças estarão ocorrendo em nossas vidas no curto prazo e lá eles têm essa projeção, porque sabem quais startups estão sendo aceleradas, quais setores da economia estão recebendo investimento. Algo que não conseguimos mensurar!


Destaque nas apresentações de projetos

Durante o evento no Vale do Silício, o grupo de 55 pessoas foi dividido em 11 equipes e cada uma delas elaborou um projeto, como se fosse montar um negócio. As apresentações, para vender a ideia, tinham prazo máximo de dois minutos apenas. Do total de 11 projetos elaborados por grupos formados por pessoas muito gabaritadas, os três primeiros colocados eram formados por pelo menos um integrante do Grupo ConstruSete.



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