Fizemos grandes progressos no último ano


Ao contrário do que pode ter acontecido em outros segmentos, para o Grupo ConstruSete (C7), desde que teve início a pandemia do novo coronavírus, muita coisa aconteceu! Foram quase 18 meses (um ano e meio) de enorme aprendizado, uma grande evolução no campo do conhecimento e muitas inovações nas lojas associadas.

A constatação é do presidente do Grupo, Avoir Silveira Júnior (Cafu), da Madeireira Linense (Lins/SP). “Fizemos grandes progressos, até forçados pelas circunstâncias, mas demos continuidade ao nosso processo de desenvolvimento e crescimento. Não tivemos trégua e, mesmo em tempos de pandemia, fizemos as adaptações necessárias, dominamos as novas ferramentas e tocamos em frente, aprendendo na prática a reinventar nosso dia-a-dia”.

Cafu se refere ao uso da tecnologia para manter o relacionamento com os clientes, desenvolver os negócios e ampliar as vendas, mesmo com o isolamento social. E também fortalecer a relação com os fornecedores, aliás, o C7 está prestes a dar início ao seu 10º Circuito de Negócios – a abertura será no dia 2 de agosto – pela segunda vez no formato virtual. “As reuniões virtuais se tornaram uma grande ferramenta de trabalho para todos nós. Claro que não substitui o formato presencial, mas tem funcionado muito bem! Além do mais, não podemos deixar esfriar o relacionamento próximo que temos com nossos fornecedores parceiros. Mesmo que pela tela do computador, vamos continuar olhando nos olhos dos fornecedores e nos comprometendo a buscarmos juntos as melhores oportunidades para oferecermos ao cliente final”, reforça o presidente do ConstruSete.


Mercado em alta

Embora aquecido e com expectativa de que o PIB do setor registre alta de 4% em 2021, o maior problema enfrentado pelos lojistas do ramo é o aumento constante nos custos dos materiais, sem falar na falta de produtos. “Essa questão está bem difícil de administrar e não acredito que os preços recuem tão cedo, porque o mercado está aquecido. E aí, o que vale é a antiga lei da oferta e demanda – o mercado está ativo e enquanto houver procura, se manterá em alta. Isso é básico!” A grande dúvida, segundo Cafu, é saber até quando ficará assim.

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