Entrevista | Gustavo Macedo Nogueira de Souza, novo presidente do Grupo C7
- Marketing Construsete
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Aos 43 anos, Gustavo Macedo Nogueira de Souza inicia um novo ciclo à frente do Grupo ConstruSete, assumindo a presidência da rede no dia 1º de abril. Associado desde 2011 — quando o C7 dava seus primeiros passos e tinha apenas um ano de fundação — Gustavo acompanhou de perto toda a evolução da entidade, participando ativamente de sua construção e crescimento ao longo dos anos. Mais do que testemunha dessa história, Guto, como é conhecido entre os associados, ajudou a escrever capítulos importantes do ConstruSete.
Empresário do setor, ele administra ao lado do irmão, Fernando Macedo Nogueira de Souza, as três unidades da Ourimadeiras — em Ourinhos, Santa Cruz do Rio Pardo e Piraju — consolidando uma trajetória empresarial pautada em crescimento, gestão e visão de futuro.
Casado com Juliana Mazzetti Ferreira Macedo, pai de Julia (4) e Lívia (3), Gustavo chega à presidência em um momento importante para o ConstruSete, trazendo a maturidade de quem cresceu junto com a rede e a convicção de que o associativismo segue sendo um dos principais caminhos para o fortalecimento do varejo de materiais de construção.
CONFIRA
Gustavo, você acompanha o C7 desde 2011, praticamente desde os primeiros anos da rede. O que significa, para você, assumir agora a presidência do Grupo após ter vivido toda essa trajetória de crescimento?
Assumir a presidência do Grupo neste momento é, para mim, uma grande honra e também uma grande responsabilidade. Acompanhei de perto a evolução da rede desde os primeiros anos, vendo o C7 sair de uma estrutura inicial para se consolidar como uma referência no setor. Ter participado dessa construção me dá uma visão muito clara do que nos trouxe até aqui — e, principalmente, do que precisamos fazer para evoluir ainda mais. É um sentimento de continuidade, mas também de evolução: respeitar a história e, ao mesmo tempo, preparar o Grupo para um novo nível de profissionalização e competitividade.
Ao longo desses anos, quais foram as principais transformações que você viu acontecer dentro do C7 e como elas impactaram as lojas associadas?
A principal transformação nos últimos anos foi a mudança de direcionamento do Grupo, com a volta das lojas associadas para o centro das decisões. Esse movimento reforçou o propósito do C7: existir para gerar resultado real para o associado e fornecedores parceiros. A partir disso, o Grupo evoluiu na sua forma de atuação, com mais inteligência comercial, negociações estruturadas com fornecedores, troca de boas práticas e uma visão cada vez mais profissional de gestão. Isso impactou diretamente as lojas associadas, que passaram a ter maior poder de compra, acesso a informações e indicadores e mais profissionalização na gestão.
O Grupo tem reforçado, nos últimos meses, esse trabalho cada vez mais voltado às associadas, colocando as lojas no centro das decisões. Como essa diretriz estará presente na sua gestão?
A diretriz de colocar as lojas no centro das decisões será um dos pilares da gestão. Isso significa ouvir mais os associados, entender suas necessidades reais e transformar isso em ações práticas dentro do Grupo. O C7 precisa ser cada vez mais um instrumento de crescimento e competitividade para as lojas.
Você já vinha atuando na Diretoria como Diretor de Negócios. De que forma essa experiência contribui para a sua visão de gestão e para os próximos dois anos à frente da presidência?
A experiência como Diretor de Negócios foi fundamental para desenvolver uma visão mais estratégica e orientada a resultado. Estar próximo das negociações, dos fornecedores e das demandas das lojas me permitiu entender na prática onde estão as oportunidades e os desafios. Isso contribui diretamente para uma gestão mais assertiva, focada em gerar valor real para os associados.
Na sua avaliação, quais são hoje os maiores desafios enfrentados pelas lojas de material para construção e como o C7 pode apoiar os associados nesse cenário? Os principais desafios hoje passam por margem, concorrência mais profissional, mudança no comportamento do consumidor e necessidade de gestão cada vez mais eficiente. O C7 tem um papel fundamental em apoiar os associados com inteligência de mercado, negociação estruturada, acesso a informações e desenvolvimento de gestão.
Quais são as principais metas e projetos que você pretende priorizar durante o seu mandato como presidente?
Entre as principais metas estão o fortalecimento da inteligência comercial, evolução na gestão do Grupo, ampliação de parcerias estratégicas e aumento da competitividade das lojas associadas. Também queremos avançar na profissionalização e na geração de valor real para todos os envolvidos.
Como você enxerga o papel do associativismo no fortalecimento da competitividade das lojas frente às mudanças do mercado e aos novos modelos de negócio?
O associativismo é fundamental para aumentar a competitividade das lojas. Ele permite ganho de escala, troca de conhecimento e acesso a melhores condições comerciais. Em um mercado cada vez mais competitivo, estar sozinho é muito mais difícil.
Que mensagem você gostaria de deixar para os associados, parceiros comerciais e para o mercado neste início de um novo ciclo do Grupo C7?
A mensagem é de confiança e compromisso. Vamos trabalhar com seriedade, proximidade e foco em resultado para fortalecer ainda mais o Grupo C7 e gerar valor para todos os associados, parceiros e para o mercado.
Waldyra Rodrigues Duarte | Jornalista




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